
A nova tecnologia chama-se STEAM (vapor) e possibilita o registo contínuo de 6 milhões de imagens por segundo e uma velocidade do obturador de 1/440 triliões de segundo.
O nome vem das iniciais em inglês: Serial Time-Encoded Amplified imaging e foi desenvolvida na Universidade da California – Los Angeles (UCLA). Recorre ao laser para conseguir registar imagens a um ritmo verdadeiramente alucinante. Essencialmente trata-se de registar imagens que são iluminadas através do pulsar de um laser.
Pelo menos para já, não é uma tecnologia que vá aparecer nas máquinas fotográficas de consumo. Será antes dedicada à investigação capturando imagens ultra-detalhadas da estrutura das células ou de neurónios em comunicação.
Fonte: UCLA Newsroom via BBC News
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3 Maio 2009
ciência, fotografia